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  • Nova política favorece investimentos no setor automotivo, diz Igor Calvet (Rota 2030)

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    28.9.2017

    O secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do MDIC participou de cerimônia de anúncio de investimentos pela montadora, em São Paulo, e destacou avanços previstos no Rota 2030

    Brasília, 27 de setembro - Em discurso na cerimônia de anúncio de novos investimentos pela Toyota no Brasil, na última segunda-feira (25), o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do MDIC, Igor Calvet, destacou que o governo trabalha em uma política para o setor automotivo, o Rota 2030, com o objetivo de garantir condições para o desenvolvimento de novos projetos no país.

    "O Rota 2030 possuirá período de duração mais dilatado, de modo a garantir previsibilidade e segurança jurídica aos investimentos realizados pelas empresas", disse. Ao todo, o Rota 2030 vai abranger um período de 15 anos, com três ciclos de desenvolvimento, com revisões programadas para eventuais correções de rota. A nova política entrará em vigor em janeiro de 2018.

    "O Rota 2030 tem entre os seus pilares o desenvolvimento tecnológico, segurança veicular, eficiência energética, competitividade e aumento de produção", disse. O secretário apontou os avanços do programa que substituirá atual ciclo de política automotiva, o Inovar-Auto, durante evento em Porto Feliz (SP), no qual a Toyota divulgou que aportará R$ 1 bilhão em sua unidade de Sorocaba (SP) para a fabricação do Yaris.

    O modelo será de médio porte e deve se posicionar entre o compacto Etios e o sedã Corolla. A produção terá início no segundo semestre de 2018 e deve gerar 500 novos empregos, segundo a empresa. A unidade de Porto Feliz foi inaugurada em maio de 2016 para fabricação de motores.

    Em março deste ano, a montadora japonesa já havia anunciado R$ 600 milhões para produção de uma nova geração de motores do Corolla, que deixarão de ser importados para serem produzidos na fábrica de Porto Feliz (SP), ampliando a capacidade de produção de 108 mil para 174 mil motores por ano.  A expectativa é que essa expansão gere 250 novos empregos diretos, com a consolidação de fornecedores locais para a fabricação de componentes para utilização nos motores.

    Fonte Internet: MDIC, 27/09/17